1 faixa · 3m16s
Ao medonho eu entrego a degeneração de sua imagem
Vejo o despedaçar de uma era Um vazio que condena Deus mesquinho que joga Com essa realidade Tudo apavora, tudo é decrepito São sorrisos amarelos E olhos sonâmbulos Labirintos que te prendem Há um deus aracnídeo Medonho, um monstro O que eu testemunho me afasta da luz Me enterro na escuridão E de onde jorrar o sangue e pus Eu levarei a rebelião O que eu testemunho me afasta da luz Me enterro na escuridão Agarro-me as sombras Que adentram meu peito E renego a existência De um deu$ sabotador O chicote que crava a minha dor Hoje será o açoite do corrupto Sou sangue que jorra em ódio Dos dias roubados pela servidão Demônio de dentes afiados Sou estrela que nasce do caos Há um deus aracnídeo Medonho, um monstro O que eu testemunho me afasta da luz Me enterro na escuridão E de onde jorrar o sangue e pus Eu levarei a rebelião
Gravado em fevereiro de 2020 no Estúdio Ritornelo - EMUFRN por Anízio Souza e Paulo Dantas. Mixado e Masterizado por Anízio Souza.